Vampiro Lorde Victor Krum
Vampiro Clã

Foi criado por Ancestrais dos vampiros 28.07.2006 às 20:47:54
Clã:
Descrição da personagem
1971 foi um ano difícil na Irlanda. Eu tinha 24 anos e já era um dos líderes do IRA, o movimento paramilitar do Sinnfein. Eu agia na cidade de Belfast, Irlanda do Norte, ou Ulster; chame como preferir. Só sei que se há algum lugar onde se pode dizer que a morte é sua vizinha, então você está falando de Belfast. Continuando, aquela noite de 29 de fevereiro foi infernal. Eu e meus amigos levamos nossas famílias e quem mais não pudesse lutar para a igreja católica de Burnieg, a 500 metros da base militar da Grã-Bretanha, ou a 500 metros do Inferno; e para uma batalha importante para nossa liberdade. Antes de nos dirigirmos até lá, li um pequeno trecho da bíblia para nós. Somos católicos, caso ainda não comentei, o que pode causar uma série de problemas se você está na Irlanda do Norte, região que é protestante por influência da Inglaterra."Mas quem liga prá isso?" -- como já dizia David, um dos nossos heróis de luta -- "Lutamos não pela libertação territorial, mas também pela libertação espiritual irlandesa." Ao chegarmos na igreja, algo surpreendente aconteceu. Não esperava um Judas entre nós. Não entre nós -- lutávamos pela liberdade de nossas famílias, não importando se achavam que éramos bastardos sanguinários ou terroristas; apenas fazíamos o que nos fizeram. Naquela noite, eu não perdi apenas uma parte do IRA, como também todos os meus amigos. Não pude fazer nada. Ainda me lembro do sangue. Ainda ouço os gritos. Na manhã de 01 de março do mesmo ano, o cenário era de fazer até o mais bravo guerreiro chorar como uma criança. E como eu chorava. Passei a noite lá, junto com mais quatro que se salvaram, recolhendo corpos para um lugar digno de descansarem. Quando voltamos, aí descobrimos que ali era mesmo o Inferno. Os soldados acabaram com tudo: nossas mulheres, nossos filhos, nosso líder, nossas vidas. Um mês depois, três de meus companheiros se foram. Eu e meu irmão fomos levados a Dublin pelo IRA, e, como ele, entreguei-me à bebida. Não falava com ninguém exceto Chris, até ele ser capturado e morto pelo exército inglês. Eu estava completamente preso aos meus fantasmas, meus companheiros de causa desistiram de mim, e diziam que não iria durar muito. E era verdade. Jamais alguém ansiou tanto pela morte quanto eu, e foi um vampiro que resolveu atender minhas preces. O velho Brujah disse que não poderia deixar um "revolucionário por natureza" se matar. Não sei como, mas ele sabia demais sobre mim; quem eu era, o que fiz e o que sou, e no entanto ficou espantado quando percebeu que eu quase não dei importância para o que havia me tornado. Ainda estava sofrendo pela dor da perda, mas ele me acalentava, dizendo "o tempo cura qualquer ferida." Ele estava certo. Nos primeiros anos sob sua tutela, eu parecia não dar a mínima para a vida humana. Os mortais se tornavam oferendas expiadoras de minha raiva, de minha culpa, de minha mágoa. Estive muito perto do abismo, e por pouco não me converti num maldito soldado inglês. Quando meu senhor julgou-me apto para trilhar meu próprio caminho, em setembro de 78, ele me perguntara no quê havia me tornado. Aquela questão serviu como uma âncora, e daí em diante apliquei muito de minha vontade refletindo sobre a Irlanda, sobre minha família, sobre a vida e sobre a morte. Apesar dos esforços, continuo secando minhas fontes de alimento até o último suspiro, embora que as vítimas tenham a tendência a pertencer ao refugo social; como prostitutas, ladrões, traficantes e assassinos. Sentia algum prazer em fazê-lo, pois estava ajudando o mundo a se livrar deste tipo de escória. Mas isso não bastava. Precisava de algo que me ocupasse a mente, para que pudesse esquecer os fardos e cicatrizes que trazia dentro dela. Então, comecei a me interessar mais pela sociedade vampírica. Procurei em todos os lugares alguma coisa pela qual pudesse lutar, e encontrei. Havia uma organização vampírica que lutava secretamente pela Irlanda do Norte e, inacreditavelmente, ela estava ligada ao IRA. Foi como se toda a porcaria do passado tivesse sido descarregada na porta da frente de minha casa. Os vampiros militantes chegaram a me convocar, mas, acho que pelo menos agora, não poderia voltar. Decidi permanecer na América por enquanto. Tempos depois, tomei conhecimento da guerra entre os Anarquistas e a Camarilla. Finalmente, poderia fazer algo dentro de minha natureza, e fora de meu passado. A propósito, já ia me esquecendo: meu nome é Victor Krum, filho de David e Sara Krum, irmão de Chris Krum, esposo de Sara e pai de John Krum. De nossa pequena família, resta apenas eu.
Estatística
Total das preciosidades: 5.907,75 Litros de sangue
Vítimas mordidas (link): 36
Combates: 27
Vencidos: 10
Derrotas: 17
Empates 0
Ouro ganho: ~ 0,00 Ouro
Ouro perdido: ~ 0,00 Ouro
Pontos certeiros aplicados: 922.83
Pontos certeiros sofridos: 1797.45
As propriedades de Lorde Victor Krum:
Nível da personagem: Nível 7
Força: (18)
Defesa: (19)
Agilidade: (18)
Resistência: (18)
Habilidade: (18)
Experiência: (219|245)
As estatísticas da pagina ancestral Lorde Victor Krum
Desafios tentados: 0
Desafios bem sucedidos: 0
Desafios falhados: 0
Dados do perfil
Sexo: masculino
Idade: 15-20 Ano
Localidade: São Roque - SP
Número ICQ: ---
MSN Messenger: rogerbk_apn@hotmail.com
Yahoo Messenger: ---
Nome AIM: ---
Jabber ID ---
Skype ID ---
Arena

Lorde Victor Krum ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Lorde Victor Krum criou até agora 3 Vampiros:
Victor jr Nível 1 Preciosidades 0 Litros de sangue
lucspyder Nível 1 Preciosidades 0 Litros de sangue
Scoot_BR Nível 1 Preciosidades 0 Litros de sangue
 


© 2005 - 2026 CRATR.games GmbH - Todos os direitos reservados. Informação sobre notas legais | Privacy